CARTA DE APOIO AO AGOSTO INDÍGENA
Teia dos Povos lança carta de apoio ao agosto indígena e convoca a solidariedade para a luta conta o marco temporal.
Teia dos Povos lança carta de apoio ao agosto indígena e convoca a solidariedade para a luta conta o marco temporal.
A comissão Pró-Teia dos Povos em São Paulo foi até o Território Indígena da Tekoa Yyrexakã dos GUarani M’Bya para construir uma Oca de Saberes em mutirão. É da ação que surge a semente de uma nova Teia dos Povos.
Confira o texto sobre o projeto Da semente ao prato, iniciativa do Guandu Grupo Agroecológico, do assentamento C. Marighella (Santa Maria-RS). O projeto visa nutrir as lutas populares através do processo de socialização da terra, apoio mútuo, solidariedade e formação popular em Agroecologia, rumo a uma vida digna, com terra, saúde e soberania alimentar.
Carta de convocação para a 7ª Jornada de Agroecologia da Bahia que será realizada no Quilombo de Conceição no município de Salinas na Bahia em janeiro de 2022.
No sábado, dia 31 de julho, estivemos reunidos em Erexim, na região do Alto Uruguai gaúcho, realizando o 2° PUXIRÃO Agroflorestal. O evento autônomo, foi promovido pelo Mutirão Grupo de Trabalhadores da Terra que integra a Teia dos Povos em Luta no RS em parceria com o espaço coletivo Casa das Bruxas, localizado na periferia da cidade.
Carta da V Assembleia dos Povos “Acabou o amor isso aqui vai virar Palmares!” De 30 de julho a 01 de agosto de 2021 ocorreu, na terra Kaingang, comunidade Van Ká, bairro Lami, em Porto Alegre, a V Assembleia dos Povos que contou com a participação de indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, coletivos, organizações sociais e populares, lutadores e lutadoras pelo bem viver. Ao final da Assembleia, depois…
Texto de Melka Barros, da Teia dos Povos do Ceará Um dia recebi uma ligação de um companheiro da Teia dos Povos da Bahia, em que me perguntava sobre batatas. Ele me contava a história do povo Maxakali e das sucessivas invasões que historicamente os territórios desse povo sofreram por não indígenas ao longo dos séculos. A cada vez que precisavam fugir do território, deixavam para trás não apenas suas…
Por Nádia Akawã Tupinambá* Guerreiro vem ver / Guerreiro vem cá / Guerreiro vem ver as tua aldeia como está/ Ô guerreiro vem ver/ Ô guerreiro oiá Quero pedir licença. Licença aos ancestrais, licença às minhas bisas, às minhas tataras. Quero pedir licença ao Grande Espírito, a essa terra sagrada, a esse território e a tudo que nele vive. Quero pedir licença também aos mais novos e aos mais…
* Texto que circula pelas redes sociais ATENÇÃO PARA MAIS AMEAÇAS DE DESPEJO!AS FAMÍLIAS MORADORAS DAS OCUPAÇÕES MARIELE FRANCO E NOVA CONQUISTA CORREM RISCO DE SER DESPEJADAS EM PLENA PANDEMIA! As ocupações Marielle Franco e Nova Conquista, localizadas em Simões Filho, Bahia, estão neste momento sofrendo ameaça de despejo, por causa de uma liminar concedida a um suposto proprietário do terreno, que é ocupado pelo Movimento dos Sem Teto da…
Por Rafique Nasser O projeto “Resgatando tradições e diversificando a produção”, apoiado financeiramente por um edital emergencial do Fundo Casa Socioambiental, realizou diversas ações para mitigar o prejuízo econômico causado pelos desdobramentos da pandemia no assentamento Pancada Grande, em Itacaré (BA). Entre as atividades realizadas, ocorreu a distribuição de 60 cestas básicas, a construção de um meliponário comunitário de abelha uruçu-amarela e uma formação teórica e prática para seis assentados,…
A chegada dos ancestrais é marcada com a vinda dos três primeiros navios negreiros na costa da Bahia com destino a região sul. Durante a época da viagem houve uma tempestade e os navios não conseguiram seguir. Os sobreviventes se instalaram na região da costa. Nove anos após esse acontecimento, eles conseguiram fugir enquanto abriam caminho pela mata para o plantio e construção das sedes das fazendas, contudo, sem maior…
No dia 12 de Março, Neto Onirê Sankara da Direção Estadual do MST Bahia, e conselheiro da Teia dos Povos, visitou Mestre Joelson Ferreira no Assentamento Terra Vista/BA em busca das sementes de milho crioulo para a terra da Brigada Ojeffersson e do Quilombo Terra Livre. A partilha de sementes é o primeiro passo para ruptura com a chantagem da fome em que estamos sendo subjugados. É depois dele somos capazes…
O que muda o mundo? Não se muda o mundo com comunicação e reflexão.
Palavras nada são, além de palavras.
O trabalho comunitário muda na prática o cotidiano dos envolvidos. E mais importante: as pessoas mudam a si próprias com esta atividade prática.
Uma ação vale mais do que mil palavras. O que muda o mundo são ações. E a comunicação deve se colocar a serviço delas.
Qual a função da comunicação? Identificar, conhecer, divulgar e fortalecer as lutas concretas.
Neste sentido temos aqui um belo e emocionante exemplo, através deste documentário sobre as hortas urbanas em BH.
Solicitação de Apoio Político e Material aos Sindicatos, Movimentos Sociais, Partidos, Parlamentares, ONGs, Entidades Civis e Religiosas, Lideranças Políticas