Só nos resta a GUERRA
Nova carta da Teia dos Povos convocando a militância para se ajustar para a guerra que chega até nós em contínuas expulsões da terra. Chama atenção para o protagonismo indígena à frente da grande luta.
Nova carta da Teia dos Povos convocando a militância para se ajustar para a guerra que chega até nós em contínuas expulsões da terra. Chama atenção para o protagonismo indígena à frente da grande luta.
Confira o texto escrito pela Teia dos Povos em Luta no RS em memória do sem terra Elton Brum, camponês negro e pobre assassinado pelo Estado em 2009 no RS.
O texto também resgata os princípios da agroecologia e sua relação com a luta pela terra dos povos originários, comnunidades tradicionais e campesinato, contra o latifúndio e o agronegócio, modelos de agricultura guiados por uma lógica colonial e capitalista.
Tempo girou e a realização da 8º Vivência Internacional brotou das raízes da grandiosa gameleira sagrada com o tema central a luta contra o racismo religioso e o fortalecimento das mulheres e homens de Nguzo, desafiando o momento pandêmico de tristeza que o Brasil e o mundo vivencia para fazer acontecer a alquimia ritualística da Kizoomba Maionga – banho sagrado. As atividades aconteceram entre os dias 07 a 11 de…
Por Teia dos Povos em Luta no Rio Grande do Sul Ao povo de luta, Aos territórios e elos da Teia dos Povos, Às comunidades e retomadas indígenas Aos Povos Quilombolas, Aos irmãos e irmãs refugiadas desterritorializadas, Aos e às despossuídas, Saudando os ancestrais, os espíritos da floresta, dos rios e das pedras, os encantados, os jãgré e os orixá, a Teia dos Povos em Luta no Rio Grande do…
RESGATE DE NASCENTE💧 Aqui é cheio d’água. Tem rio, riacho, córrego e nascente. Mas a única forma de ter água de beber é com 300m de mangueira morro acima. Lá em cima tem uma nascente linda e antiga, que já foi fonte de várias famílias antes de nós. Desde os tempos que a casinha dos vizinhos da frente era uma escola pra 40 crianças, todo mato era roça e todo…
Assentamento Terra Vista abre inscrições para formação intensiva em agroecologia nos dias 06 a 12 de outubro para aprender os fundamentos do sistema agroflorestal e do manejo do cacau e do chocolate.
Teia dos Povos lança carta de apoio ao agosto indígena e convoca a solidariedade para a luta conta o marco temporal.
A comissão Pró-Teia dos Povos em São Paulo foi até o Território Indígena da Tekoa Yyrexakã dos GUarani M’Bya para construir uma Oca de Saberes em mutirão. É da ação que surge a semente de uma nova Teia dos Povos.
Confira o texto sobre o projeto Da semente ao prato, iniciativa do Guandu Grupo Agroecológico, do assentamento C. Marighella (Santa Maria-RS). O projeto visa nutrir as lutas populares através do processo de socialização da terra, apoio mútuo, solidariedade e formação popular em Agroecologia, rumo a uma vida digna, com terra, saúde e soberania alimentar.
Carta de convocação para a 7ª Jornada de Agroecologia da Bahia que será realizada no Quilombo de Conceição no município de Salinas na Bahia em janeiro de 2022.
No sábado, dia 31 de julho, estivemos reunidos em Erexim, na região do Alto Uruguai gaúcho, realizando o 2° PUXIRÃO Agroflorestal. O evento autônomo, foi promovido pelo Mutirão Grupo de Trabalhadores da Terra que integra a Teia dos Povos em Luta no RS em parceria com o espaço coletivo Casa das Bruxas, localizado na periferia da cidade.
Carta da V Assembleia dos Povos “Acabou o amor isso aqui vai virar Palmares!” De 30 de julho a 01 de agosto de 2021 ocorreu, na terra Kaingang, comunidade Van Ká, bairro Lami, em Porto Alegre, a V Assembleia dos Povos que contou com a participação de indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, coletivos, organizações sociais e populares, lutadores e lutadoras pelo bem viver. Ao final da Assembleia, depois…
Texto de Melka Barros, da Teia dos Povos do Ceará Um dia recebi uma ligação de um companheiro da Teia dos Povos da Bahia, em que me perguntava sobre batatas. Ele me contava a história do povo Maxakali e das sucessivas invasões que historicamente os territórios desse povo sofreram por não indígenas ao longo dos séculos. A cada vez que precisavam fugir do território, deixavam para trás não apenas suas…
Por Nádia Akawã Tupinambá* Guerreiro vem ver / Guerreiro vem cá / Guerreiro vem ver as tua aldeia como está/ Ô guerreiro vem ver/ Ô guerreiro oiá Quero pedir licença. Licença aos ancestrais, licença às minhas bisas, às minhas tataras. Quero pedir licença ao Grande Espírito, a essa terra sagrada, a esse território e a tudo que nele vive. Quero pedir licença também aos mais novos e aos mais…